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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Sol começa 2015 com um buraco coronal gigante


O sol começou 2015 com um buraco coronal gigante (região escura no sul). A imagem foi capturada no primeiro dia do ano pela NASA, Esses fenômenos ocorrem quando as partículas que se deslocam ao longo desses campos magnéticos podem deixar o sol em vez de ser preso perto da superfície do astro. Segundo a Nasa, cada vez que um buraco coronal gira pela Terra pode-se medir as partículas que fluem para fora do buraco como um fluxo de alta velocidade, uma outra fonte de informações sobre o clima espacial.
De acordo com o que divulgou a Nasa, os buracos coronais foram vistos pela primeira vez em imagens tiradas por astronautas a bordo  da estação espacial da NASA em 1973 e 1974. O buraco coronal polar pode permanecer visível por cinco anos ou mais. Buracos coronais são áreas onde a coroa solar é mais escura, fria, e possui uma densidade de plasma mais baixa do que a média da coroa (cerca de 100 vezes menos do que a média). Foram encontrados quando telescópios de raios X da Skylab revelaram a estrutura da coroa solar.
Buracos coronais estão relacionados com concentrações unipolares de linhas de campo magnético abertas, sendo a região onde tais linhas estendem-se indefinitivamente no espaço, ao invés de retornarem para o Sol. Assim sendo, estas regiões permitem a saída de material da coroa solar para o espaço, razão pelo qual tais regiões são mais frias, escuras e menos densas que outras partes da coroa solar.

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