Presidente do Sindmed e médico concursado da cidade, Ari Wajsfeld disse que condições de trabalho são “precárias”, apontando falhas em equipamentos de segurança, ausência de medicamentos, falta de padronização da produção de alimentos aos pacientes e até surgimento de ratos e baratas em setores das unidades públicas.
“Tudo está sucateado. Tentamos conversar até semana passada (com o prefeito Saulo), que não nos atendeu. A população não sabe das dificuldades que enfrentamos todos os dias”, afirmou Wajsfeld, que garante ter adesão quase de 100% dos profissionais concursados.
De acordo com a entidade, a situação mais grave é na UPA Santa Luzia, inaugurada em 2012, e que consome aproximadamente R$ 3 milhões por mês. Também será desta unidade o maior número de manifestantes.
“Ribeirão há problema grave de quarteirização do trabalho. Há demissões de médicos e deixam a situação quase insustentável para se fazer acordo com Oscips (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público). Isso precariza ainda mais o serviço”, reclamou Wajsfeld.
A Prefeitura de Ribeirão, por nota, informou que somente na tarde de ontem foi notificada oficialmente sobre a paralisação das atividades médicas nas unidades e que o documento não detalhou o número de profissionais que vão cruzar os braços, sendo assim impossível de saber se haverá impacto no atendimento à população.
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